Ecossistema Lusófono de Gestão de Incidentes

Ficha técnica CCL-01

Plano de Crise de Grupo Multipaís

Plano de gestão de crises que liga a célula de crise do grupo às células locais, considerando fusos horários, autoridades, línguas de trabalho e contextos de cada país.

Problema a que responde

Uma crise que começa em Luanda pode ter de ser gerida a partir de Lisboa, com equipas em São Paulo. Sem protocolo de coordenação, a informação chega tarde e as decisões locais contradizem as de grupo.

Destinatários

  • Grupos com operações em Portugal, no Brasil, nos PALOP e na Ásia;
  • Organizações internacionais com escritórios em vários países;
  • Empresas com cadeias de abastecimento distribuídas.

Entregáveis

  • Plano de crise de grupo;
  • Modelo de células de crise locais;
  • Protocolo de coordenação entre fusos horários;
  • Diretório de autoridades e contactos por país.

Metodologia

  1. 01

    Cenários

    Crises plausíveis por país.

  2. 02

    Estrutura

    Células de grupo e locais.

  3. 03

    Coordenação

    Protocolo e canais.

  4. 04

    Validação

    Exercício transfronteiriço.

Fundamento normativo

  • Alínea b) do n.º 1 do artigo 27.º do Regime Jurídico da Cibersegurança (Portugal), quando aplicável;
  • Deveres de segurança dos regimes nacionais aplicáveis.

Resultados esperados

  • Coordenação rápida entre países;
  • Decisões coerentes;
  • Autoridades locais contactadas pelos canais certos.
Nota

A assessoria jurídica em cada jurisdição é prestada em articulação com advogados e parceiros habilitados localmente.

Articulação ecossistémica

A crise não respeita fronteiras nem fusos horários

Prepare a célula de crise do grupo e as células locais antes de precisar delas.